r/NoticiasBR • u/Huddydidi • 1h ago
Mais um nazista hipotético
E aí depois a esquerda chama os outros de nazista e fascista a toa. Olha que loucura.
r/NoticiasBR • u/Huddydidi • 1h ago
E aí depois a esquerda chama os outros de nazista e fascista a toa. Olha que loucura.
r/NoticiasBR • u/mrsfeatherbottomswig • 13h ago
muito se falou no bolsonaro hipotético mas pouco se fala do trabalhador hipotético que a “tropa do flávio” criou em inteligência artificial para ser a cara da campanha de hoje
r/NoticiasBR • u/Full-Legend27 • 12h ago
Jean Wyllys, que voltou ao Brasil após eleição de Lula, ameaça deixar novamente o Brasil caso Flávio Bolsonaro seja eleito.
Jean Wyllys concorreu ao cargo de deputado federal em 2026, mas recebeu apenas 18 mil votos e não conseguiu se eleger.
Fonte:
r/NoticiasBR • u/Real-Cockroach-1261 • 15h ago
O discurso é sempre o mesmo, pode ser Bolsonaro, serra, aecio, se colocarem o mandela contra o lula ele vai se tornar uma ameaça a democracia.
r/NoticiasBR • u/Tosco-Golem • 16h ago
r/NoticiasBR • u/PossessionGreat5312 • 1h ago
Lula e seu partido precisam explicar por que recorrer a uma estratégia que associa Flávio Bolsonaro ao fim da escala 6x1 foi considerado irregular pela Justiça Eleitoral. Se a proposta é realmente defender os trabalhadores, o debate deveria ser baseado em propostas concretas, e não em anúncios que possam distorcer a posição dos adversários. O trabalhador merece informação verdadeira para decidir por conta própria, não propaganda política feita para influenciar sua escolha.
r/NoticiasBR • u/Onihara1 • 13h ago
r/NoticiasBR • u/MonkeyBusiness12444 • 6h ago
r/NoticiasBR • u/Bug_on_prod • 4h ago
Assim, zero surpresa né guys que os queridões ficam espalhando fake news por aí e tem gente que cai. MAS sabem o que não é fake? O que fizeram lá em brasília onde até cagaram no dia 8 de janeiro 🤣🤣🤣 desarma aí galerinha
r/NoticiasBR • u/Eduardo1502 • 17h ago
Se a gente voltar um pouco no tempo, ali para os anos 2000 e 2010, o grande alvo da esquerda brasileira era Geraldo Alckmin e o PSDB. Não era raro ver o ex-governador em charges usando farda nazista, suástica e faixa das SS — principalmente em épocas de crise, como a desocupação do Pinheirinho, muito desenhada pelo cartunista Carlos Latuff. Até o Lula, lá em 2006, entrou nessa: em um discurso, chegou a comparar o jeito que a oposição tratava os pobres com a perseguição de Hitler aos judeus.
A coisa funcionava meio que com divisão de tarefas. A cúpula dos partidos pegava mais leve nos discursos oficiais, mas na militância de base, nos sindicatos e nos blogs, a artilharia era pesada. Para eles, chamar Alckmin de fascista era regra.
Só que a política dá voltas, e a eleição de 2022 mostrou isso perfeitamente. O cara que passou décadas sendo desenhado como um monstro autoritário virou o vice do Lula. Do dia para a noite, Alckmin deixou de ser o "fascista" e passou a ser vendido como o grande fiador da democracia institucional. E aquele velho rótulo de fascismo? Foi embalado e transferido direto para a nova oposição.
É aí que fica a grande dúvida sobre o cenário atual: quando chamam a família Bolsonaro de fascista ou nazista hoje, isso é uma leitura real do momento político ou só o uso da exata mesma arma retórica do passado?
No fim das contas, ver o Alckmin despachar da cadeira de vice-presidente, abraçado com quem o chamava de autoritário, escancara uma realidade dura: nessas disputas, palavras pesadas muitas vezes não passam de marketing eleitoral. O "fascista" de ontem é o aliado de amanhã, dependendo apenas da conveniência da eleição.
r/NoticiasBR • u/Fefous • 7h ago
Postando rápido antes que a censura do bem do Kassio Nunes tire do ar.
r/NoticiasBR • u/Intrepid_Jeweler4686 • 9h ago
As contradições entre as declarações e as propostas do candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) expõem dúvidas sobre o programa de ajuste fiscal que ele adotará no caso de vitória no segundo turno.
A equipe dele vem prometendo fazer um duro ajuste fiscal, mas as medidas sinalizadas por ele e por sua porta-voz econômica, Daniella Marques, vêm alimentando divergências e disputas nos bastidores da campanha.
O motivo é a velocidade e o tamanho do plano de ajuste fiscal no início de um eventual governo. Ou seja, a dúvida é se Flávio Bolsonaro, caso eleito, usará o capital político para adotar medidas duras, mesmo que tenha que passar por cima de promessas feitas ao eleitor durante a campanha.
A disputa está entre escolher um ajuste gradual e um arrocho inspirado no que foi adotado pelo presidente da Argentina, Javier Milei, no início do seu governo, aproveitando que o resultado das urnas no primeiro turno garantiu a formação de uma maioria da direita na Câmara e no Senado suficiente para aprovar PECs (Propostas de Emenda à Constituição) a partir de 2027.
Flávio Bolsonaro já disse que não fará ajuste "em cima de aposentados ou da população de baixa renda".
O candidato também sinalizou que vai fazer um "tesouraço" nos impostos, desonerar a folha de pagamentos e interromper a reforma tributária para ajustes de rota —medidas que retiram receita dos cofres do governo.
Flávio Bolsonaro afirmou ainda, em entrevista ao SBT News, que não pretende acabar com os pisos constitucionais da saúde e da educação, nem desvincular esses gastos ou o salário mínimo.
Nesta quinta-feira (8), a Folha mostrou que a equipe responsável pelo programa econômico do candidato do PL estuda um pacote de medidas fiscais com foco na contenção das despesas obrigatórias da União para viabilizar um ajuste inicial da ordem de 2% do PIB (Produto Interno Bruto), o equivalente a cerca de R$ 250 bilhões.
O candidato afirmou, então, que, se eleito, fará o reajuste das aposentadorias do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) acima da inflação. "Eu não vou fazer economia em cima de quem precisa, das pessoas mais carentes desse Brasil. Aposentado, fique tranquilo, não caia nessa fake news do PT dizendo que eu vou acabar com o reajuste da aposentadoria", afirmou nesta quinta.
Em abril, o jornal já havia informado que as propostas de desvinculação do piso e de fim do ganho real para aposentados estavam sendo ventiladas internamente entre os integrantes que montavam a candidatura do senador à Presidência. Ele veio a público para negar essa pretensão e reiterou seu posicionamento ao longo da campanha.
As sinalizações de preservação de benefícios e despesas contrastam com a promessa de um ajuste fiscal mais forte, equivalente a no mínimo 1,5% do PIB, apresentada a representantes do mercado financeiro e citada por porta-vozes da campanha como um esforço que seria suficiente para levar à redução das taxas de juros.
Um ajuste dessa magnitude, superior a R$ 200 bilhões considerando projeções para o PIB deste ano, exigiria medidas mais duras, como cortes em despesas com benefícios sociais e previdenciários, na contramão das promessas de Flávio.
Até agora, porém, a campanha fala oficialmente em corte de cargos e ministérios, venda de imóveis da União e combate a fraudes em benefícios —medidas que, sozinhas, não são suficientes para colocar de pé um ajuste dessa envergadura. Mesmo o corte dos chamados gastos tributários, medida também citada por representantes da equipe do candidato, teria alcance limitado e enfrentaria resistências políticas.
Um assessor do presidenciável afirmou à reportagem, na condição de anonimato, que o tamanho do ajuste dependerá de como Flávio sairá das urnas no segundo turno em caso de vitória e também da chamada "agenda STF", que envolve as negociações para eventual impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal.
A prioridade agora, segundo o assessor, é ganhar as eleições. A estratégia é não abrir os detalhes da proposta em público antes do resultado do segundo turno. Não haverá plano a ser anunciado antes do dia 25 de outubro. Esse interlocutor diz que o compromisso com o ajuste está respaldado pelo mercado, devido à queda dos juros e do dólar após o resultado no primeiro turno.
Procurada pela Folha para falar sobre as contradições da proposta, a campanha afirmou em nota que, ao contrário do "cenário de caos" nas contas públicas criado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o processo de consolidação fiscal proposto pela equipe de Flávio será feito pelo lado da despesa, com o fim de privilégios e penduricalhos e a racionalização de gastos ineficientes, com redução de impostos.
"Desde 2023, o governo do PT insiste na fórmula oposta: aumenta impostos, amplia gastos e deixa a dívida pública crescer. Não se corrige um problema fiscal cobrando cada vez mais de quem trabalha, produz, investe e gera empregos", diz a nota, assinada pela coordenação da campanha.
"Agiremos com responsabilidade, eficiência e coragem para racionalizar despesas e reconstruir as contas públicas. O Brasil será recolocado no caminho da prosperidade e desenvolvimento."
Há discordâncias internas na campanha sobre os rumos que a economia deve tomar, caso Flávio seja eleito. Nem todos os integrantes da equipe econômica do senador são favoráveis a um ajuste fiscal restrito, que, a depender da intensidade, pode acarretar uma onda de impopularidade para o presidente eleito.
Há um grupo dentro da campanha que aposta na melhora do mercado para entregar boa parte do ajuste. Isso porque as expectativas mais benevolentes dos agentes econômicos abrem caminho para o próprio governo pagar menos juros —consequentemente, a trajetória de alta da dívida desacelera.
Para essa ala, essa melhora dará tempo à nova gestão, se eleita, para começar o ajuste pelas medidas tidas como moralizantes, como corte de cargos e ministérios e fim de supersalários, até que se evolua para outros ajustes.
Outro grupo também tenta, nos bastidores, se distanciar da promessa de ajuste de 1,5% do PIB, que acaba por gerar uma expectativa pela qual o eventual novo governo será cobrado futuramente.
Na avaliação de Bruno Carazza, professor de economia da FDC (Fundação Dom Cabral), as contradições na campanha do senador eliminam o espaço para promover o ajuste fiscal. Para o economista, o Orçamento do governo já é comprometido com uma série de despesas obrigatórias e, para cumprir a meta prometida pela campanha, seria necessário fazer escolhas difíceis e impopulares.
"O mercado está empolgado com a perspectiva de vitória do Flávio Bolsonaro, mas o programa dele é extremamente genérico e tem uma série de contradições. Foi feito para evitar pontos de atrito", afirma.
Para Gesner Oliveira, ex-presidente do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), é difícil detalhar as propostas durante a campanha, já que não há medidas concretas antes do início da transição de um governo. Ele foi o responsável por elaborar as primeiras diretrizes do plano de Flávio Bolsonaro.
Ele diz que, mesmo sem detalhar as medidas de ajuste fiscal, o mercado está convencido de que a candidatura de Flávio Bolsonaro não vai "tolerar esse crescimento contínuo" da relação dívida/PIB.
"As pessoas percebem que, embora não haja detalhes, há um compromisso, uma visão clara de que não dá para continuar crescendo a relação dívida/PIB", declara.
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O candidato Lula disse ser o único antissistema nessas eleições. Em sua visão, ele é o único candidato que vai fazer as reformas necessárias para "acabar com a corrupção do judiciário"
Lula também tentou desvincular sua imagem com a imagem de Alexandre de Moraes, juiz comprado pelo empresário Daniel Vorcaro.
Além disso, Lula disse que pretende focar a campanha do segundo turno em ampliar sua base eleitoral no Nordeste, e pedir votos das pessoas que se abstiveram.
Por fim, Lula disse que se eleito não vai melhorar a segurança pública, que é responsabilidade dos estados.
Fonte:
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r/NoticiasBR • u/Soul1s • 7h ago
Vixiiiiiii